
segunda-feira, 28 de dezembro de 2009
segunda-feira, 14 de dezembro de 2009
quarta-feira, 2 de dezembro de 2009
sexta-feira, 13 de novembro de 2009
sábado, 7 de novembro de 2009
domingo, 25 de outubro de 2009

Sou fã de todos vocês. Parabéns pelo sucesso.
sábado, 24 de outubro de 2009

Estou ouvindo o noticiário e fico sabendo que já são 42 mortos, no Rio de Janeiro, na guerra do tráfico. Isso é o nosso estado eleito para sede das Olímpiadas 2016. Será que consiguiremos diminuir essa violência que tanto nos envergonha lá fora, ou melhor, nos envergonha aqui também, e muito. Pessoas inocentes estão morrendo e pagando o preço de uma guerra sem fim. O que falta acontecer mais?
Temos traficantes trocando tiro com PM´s; PM´s negligenciando socorro e roubando bandidos, no caso do coordenador do AfroReggae; irmão que mata o irmão para roubar! Esse é o nosso país. Vamos trabalhar pra mudar a cara do Rio, mudar a cara do Brasil. As eleições 2010 se aproximam. Vamos transformar esse país que mostra em suas reportagens uma mulher que em meio ao tiroteio buscava as capas das balas e ao ser questionada porque fazia isso, ela respondeu: pra comprar o leite dos meus filhos. É isso. O retrato da miséria e da falta de investimentos dos nossos governadores; falta de investimentos em saúde, educação, moradias... Vamos votar conscientes e diminuir nossa "desesperança".
quinta-feira, 15 de outubro de 2009

Morte e Vida Severina - João Cabral de Melo Neto
— O meu nome é Severino,
como não tenho outro de pia.
Como há muitos Severinos,
que é santo de romaria,
deram então de me chamar
Severino de Maria
como há muitos Severinos
com mães chamadas Maria,
fiquei sendo o da Maria
do finado Zacarias.
Mais isso ainda diz pouco:
há muitos na freguesia,
por causa de um coronel
que se chamou Zacarias
e que foi o mais antigo
senhor desta sesmaria.
Como então dizer quem falo
ora a Vossas Senhorias?
Vejamos: é o Severino
da Maria do Zacarias,
lá da serra da Costela,
limites da Paraíba.
Mas isso ainda diz pouco:
se ao menos mais cinco havia
com nome de Severino
filhos de tantas Marias
mulheres de outros tantos,
já finados, Zacarias,
vivendo na mesma serra
magra e ossuda em que eu vivia.
Somos muitos Severinos
iguais em tudo na vida:
na mesma cabeça grande
que a custo é que se equilibra,
no mesmo ventre crescido
sobre as mesmas pernas finas
e iguais também porque o sangue,
que usamos tem pouca tinta.
E se somos Severinos
iguais em tudo na vida,
morremos de morte igual,
mesma morte severina:
que é a morte de que se morre
de velhice antes dos trinta,
de emboscada antes dos vinte
de fome um pouco por dia
(de fraqueza e de doença
é que a morte severina
ataca em qualquer idade,
e até gente não nascida).
Somos muitos Severinos
iguais em tudo e na sina:
a de abrandar estas pedras
suando-se muito em cima,
a de tentar despertar
terra sempre mais extinta,
alguns roçado da cinza.
Mas, para que me conheçam
melhor Vossas Senhorias
e melhor possam seguir
a história de minha vida,
passo a ser o Severino
que em vossa presença emigra.
terça-feira, 13 de outubro de 2009
quinta-feira, 6 de agosto de 2009
quarta-feira, 8 de julho de 2009
quarta-feira, 17 de junho de 2009
Quando o Amor Acontece
Composição: João Bosco e Abel Silva
CoraçãoSem perdão,
Diga fale por mim
Quem roubou toda a minha alegria
O amor me pegou,
Me pegou pra valer
Aí que a dor do querer,
Muda o tempo e a maré
Vendaval sobre o mar azul
Tantas vezes chorei,
Quase desesperei
E jurei nunca mais seus carinhos
Ninguém tira do amor,
Ninguém tira, pois é
Nem doutor nem pajé,
O que queima e seduz, enlouquece
O veneno da mulher
O amor quando acontece
A gente esquece logo
Que sofreu um dia,
Ilusão
O meu coração marcado
Tinha um nome tatuado
Que ainda doía,
Pulsava só a solidão
O amor quando acontece
A gente esquece logo
Que sofreu um dia,
Esquece sim
Quem mandou chegar tão perto
Se era certo um outro engano
Coração cigano
Agora eu choro assim
domingo, 7 de junho de 2009

Gonzaguinha
Quando eu soltar a minha voz
Por favor entenda
Que palavra por palavra
Eis aqui uma pessoa se entregando
Coração na boca
Peito aberto
Vou sangrando
São as lutas dessa nossa vida
Que eu estou cantando
Quando eu abrir minha garganta
Essa força tanta
Tudo que você ouvir
Esteja certa
Que estarei vivendo
Veja o brilho dos meus olhos
E o tremor nas minhas mãos
E o meu corpo tão suado
Transbordando toda a raça e emoção
E se eu chorar
E o sal molhar o meu sorriso
Não se espante, cante
Que o teu canto é a minha força
Pra cantar
Quando eu soltar a minha voz
Por favor, entenda
É apenas o meu jeito de viver
O que é amar
quinta-feira, 4 de junho de 2009
Agora vou começar a ler uma biografia de Gonzaguinha. Depois posto a capa e comento.
bjsssssssssssssssss
terça-feira, 26 de maio de 2009
Recordo ainda... e nada mais me importa...
Aqueles dias de uma luz tão mansa
Que me deixavam, sempre, de lembrança,
Algum brinquedo novo à minha porta...
Mas veio um vento de Desesperança
Soprando cinzas pela noite morta!
E eu pendurei na galharia torta.
Todos os meus brinquedos de criança...
Estrada afora após segui...
Mas, aí, Embora idade e senso eu aparente
Não vos iludais o velho que aqui vai: Eu quero os meus brinquedos novamente!
Sou um pobre menino... acreditai!...
Que envelheceu, um dia, de repente!...
(Mário Quintana)
terça-feira, 19 de maio de 2009


bjs
sexta-feira, 24 de abril de 2009

Luiza Possi - Seu Nome
quarta-feira, 22 de abril de 2009

Sabe o que eu mais quero agora, meu amor?
sexta-feira, 17 de abril de 2009
quarta-feira, 15 de abril de 2009

terça-feira, 14 de abril de 2009
sábado, 7 de fevereiro de 2009
quinta-feira, 29 de janeiro de 2009
De tudo, ao meu amor serei atento
Antes, e com tal zelo, e sempre, e tanto
Que mesmo em face do maior encanto
Dele se encante mais meu pensamento.
Quero vivê-lo em cada vão momento
E em seu louvor hei de espalhar meu canto
E rir meu riso e derramar meu pranto
Ao seu pesar ou seu contentamento.
E assim, quando mais tarde me procure
Quem sabe a morte, angústia de quem vive
Quem sabe a solidão, fim de quem ama
Eu possa (me) dizer do amor (que tive):
Que não seja imortal, posto que é chama
Mas que seja infinito enquanto dure.
domingo, 25 de janeiro de 2009
sábado, 24 de janeiro de 2009

Essa semana sou toda "Ney Matogrosso". Assisti ao show "Inclassificáveis" e posso dizer que vale muito prestigiá-lo. Assim, fiquei mais apaixonada por ele. E foi ouvindo essa música: "Fraterno", que senti vontade de criar o blog. Como disse na primeira postagem, sou uma adoradora da música/poesia e não vivo sem elas. Esse espaço vai servir pra colocar pra fora todas as poesias da minha alma. Mesmo que sejam reproduções de grandes autores. Vou postar sempre muita poesia, muita música, muita luz.
Bem vindos amigos! Sintam-se em casa e aproveitem o dia lindo lá fora.
Andréia

Ney Matogrosso
Composição: Pedro Luís
Tome um banho de rio.